A 'investigação temática' só se justifica enquanto devolva ao povo o que a ele pertence; enquanto seja, não o ato de conhecê-lo, mas o de conhecer com ele a realidade que o desafia.
A mão é para ele um aparato que golpeia e abençoa ao mesmo tempo, que recebe e dá, que alimenta, presta juramento, mede as coisas, lê para o cego, fala para o mudo, estende-se ao amigo e se ergue contra o inimigo, e é, ao mesmo tempo, martelo, tenaz e alfabeto...