A cultura não salva nada nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só este espelho crítico lhe oferece a própria imagem.
A outros, não bastando fechar os olhos, cobriam-nos com as mãos postas uma sobre a outra para não ver a cruel destruição causada pela ira divina da espécie humana.