
O crime pode ser considerado como um alívio, um exorcismo, até mesmo uma regeneração do criminoso — que, antes do crime, bem pode ter sido muito mais criminoso, mais horrível, grávido do mal que está por fazer.

O crime pode ser considerado como um alívio, um exorcismo, até mesmo uma regeneração do criminoso — que, antes do crime, bem pode ter sido muito mais criminoso, mais horrível, grávido do mal que está por fazer.