
O caboclo apanha bordoada sempre: apanha do pai, da mãe, dos tios, dos irmãos mais velhos; apanha do proprietário, que lhe toma a casa e abre a cerca da roça para o gado estragar as plantações; apanha do cangaceiro, que lhe raspa o osso da canela a punhal e lhe deita espeques nas pálpebras para ver a mulher, a filha e a irmã serem poluídas.