
Ó! bendita soledade! Ó! puros aromas! Como este silêncio aspira o ar puro a plenos pulmões!
Fonte: Box Grandes obras de Nietzsche — (parte 4)
Friedrich Nietzsche
Ó! bendita soledade! Ó! puros aromas! Como este silêncio aspira o ar puro a plenos pulmões!