A crista da flor ou o padrão do líquen podem ou não ser símbolos significativos. Mas não há nenhuma pedra na rua e nenhum tijolo na parede que não seja, na realidade, um símbolo deliberado — uma mensagem de algum homem, tanto quanto se fosse um telegrama ou um cartão postal.
A mão é para ele um aparato que golpeia e abençoa ao mesmo tempo, que recebe e dá, que alimenta, presta juramento, mede as coisas, lê para o cego, fala para o mudo, estende-se ao amigo e se ergue contra o inimigo, e é, ao mesmo tempo, martelo, tenaz e alfabeto...