A cultura não salva nada nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só este espelho crítico lhe oferece a própria imagem.
O maior acontecimento recente — o fato de que 'Deus está morto', de que a crença no Deus cristão perdeu o crédito — já começa a lançar suas primeiras sombras sobre a Europa.