A imaginação foi a companheira de toda a minha existência, viva, rápida, inquieta, alguma vez tímida e amiga de empacar, as mais delas capaz de engolir campanhas e campanhas, correndo.
Anna, como fazia em todos os encontros, decalcava em uma única imagem aquela figura representada em sua imaginação (incomparavelmente melhor, impossível, na realidade) e a figura de Vrónski em pessoa, tal como era de fato.