
No Mediocristão, as narrativas parecem funcionar — o passado provavelmente cederá à nossa inquisição. Mas não no Extremistão, onde não há repetição, e onde é necessário suspeitar constantemente do passado furtivo e evitar a narrativa fácil e óbvia.

No Mediocristão, as narrativas parecem funcionar — o passado provavelmente cederá à nossa inquisição. Mas não no Extremistão, onde não há repetição, e onde é necessário suspeitar constantemente do passado furtivo e evitar a narrativa fácil e óbvia.