
No capital portador de juros que aparece consumada a ideia do fetiche do capital, a ideia que atribui ao produto acumulado do trabalho a capacidade de criar mais-valor em progressão geométrica por meio de uma misteriosa qualidade inata.

No capital portador de juros que aparece consumada a ideia do fetiche do capital, a ideia que atribui ao produto acumulado do trabalho a capacidade de criar mais-valor em progressão geométrica por meio de uma misteriosa qualidade inata.