Cada vez se enraizava mais, em mim, a decisão de tornar embandeiradas e cheias de chuviscos prateados as pardas, miseráveis e sangrentas aventuras da Pedra do Reino.
José de Alencar é, até agora, o maior romanceiro, o maior fazedor-de-romances, o maior romancista-de-cavalaria do mundo, título de glória do qual só desfrutará, é claro, até o aparecimento do meu Castelo sertanejo e epopeico, momento em que passará para o segundo posto!
A nossa emotividade literária só se interessa pelos populares do sertão, unicamente porque são pitorescos, e talvez não se possa verificar a verdade de suas criações.