
Ninguém tem nada terminado, porque mantivemos adiando para o futuro todos os nossos empreendimentos.
Fonte: Cartas de um Estoico, Volume I (Sêneca [Sêneca]) — XXII. Sobre a Futilidade de Meias Medidas

Ninguém tem nada terminado, porque mantivemos adiando para o futuro todos os nossos empreendimentos.