Andamos pela vida apavorados, trêmulos de medo do futuro e, quando o que se conta no dia seguinte e no de hoje é mediano, nós nos pomos quietos, a olhar os astros, e na nossa alegria há menos palavras que na nossa dor.
E me pus a pensar que sobre a convexidade livre do planeta que me fez, não tinha um lugar, um canto, uma ilha, onde pudesse viver plenamente, livremente.