A convicção de que o mundo, e portanto também o homem, é algo que realmente não deveria existir, está calculada para nos encher de indulgência para com os outros; pois o que podemos esperar de seres em tal apuro?
As sensações sexuais têm em comum, com aquelas compassivas e veneradoras, que nelas uma pessoa faz bem a outra mediante o seu prazer — tais arranjos benevolentes não se acham com frequência na natureza!
Dificilmente podemos odiar alguém que conhecemos. Se você entra em uma sala onde há um homem, descobre, em geral, que ele tem nariz no rosto. Que compaixão! Só isso já é uma distração para o seu desprezo incondicional.