
Não morrem nunca os olhos que matei. Eles me encaram assim como em tristeza e compaixão do cerne das raízes, nas estradas e nas pedras solenes do sertão.

Não morrem nunca os olhos que matei. Eles me encaram assim como em tristeza e compaixão do cerne das raízes, nas estradas e nas pedras solenes do sertão.