
Não morrem nunca os olhos que matei. Eles me encaram assim como em tristeza e compaixão do cerne das raízes, nas estradas e nas pedras solenes do sertão.
Fonte: Teatro Completo Ariano Suassuna — — (parte 4)
Ariano Suassuna
Não morrem nunca os olhos que matei. Eles me encaram assim como em tristeza e compaixão do cerne das raízes, nas estradas e nas pedras solenes do sertão.