A atenção é a Consciência dirigida a um objeto. Despojada desse objeto, a atenção não encontra nada a que se agarrar, treme por um momento, flui de volta à sua fonte e se ergue revelada como pura Consciência.
Quando você abandona a tarefa impossível de decodificar sintomas e reconhece que eles não têm resposta para dar, algo acontece: você para de monitorar para tentar adivinhar e começa, talvez pela primeira vez em semanas, a viver.
A entidade separada prospera na tentativa de apaziguar a mente, e ao fazê-lo apenas consegue perpetuar a agitação que há em seu coração; deixa que a mente seja como é e tu permanece como o que és.