A atenção é a Consciência dirigida a um objeto. Despojada desse objeto, a atenção não encontra nada a que se agarrar, treme por um momento, flui de volta à sua fonte e se ergue revelada como pura Consciência.
A entidade separada prospera na tentativa de apaziguar a mente, e ao fazê-lo apenas consegue perpetuar a agitação que há em seu coração; deixa que a mente seja como é e tu permanece como o que és.
A felicidade é a ausência de resistência ao que é. É a prática espiritual mais elevada. No entanto, não é uma prática que possa ser realizada por uma pessoa; é a natureza eternamente presente do nosso Eu, a Consciência.