A dualidade é e sempre foi completamente inexistente: na realidade, não há nenhum eu — seja temporal e limitado ou eternamente presente e ilimitado — que conheça, nem tampouco nenhum objeto, ser ou mundo limitado que seja conhecido.
A mais fundamental das divisões é a que existe entre o intelecto, que só pode fazer seu trabalho dizendo continuamente "tolo", e o gênio religioso que torna todos iguais.
A projeção de um objeto, ser ou mundo 'fora' é a contrapartida natural e inevitável da contração de um eu 'dentro'. Na ausência dessa divisão da experiência, existe apenas a indivisível e inominável intimidade da experiência.