"Gostaria de viver sempre aqui", disse Chateaubriand. "Oh, você se aborrecia mortalmente", replicou uma das damas. "O que quer dizer com isso, eu me aborreço sempre", respondeu sorrindo Chateaubriand.
A devoção é o amor dirigido a um "outro". Despojada desse "outro", nossa devoção não encontra nada para onde se dirigir e, como resultado, vacila por um momento, flui de volta à sua fonte e se ergue revelada como puro amor.
A ele assiste grande multidão de pessoas que se prostram e adoram o ser figurado na pintura, e lhe solicitam a graça de recuperar a saúde perdida e obter a salvação eterna, exatamente como se tal divindade estivesse ali presente e visse.
A humildade pode consegui-lo porque é a verdadeira linguagem da oração, ao mesmo tempo adoração e forte vínculo. A relação com o próximo é a mesma que a da oração; a relação consigo mesmo, a da relação da aspiração; da oração se extrai a força para a aspiração.