
Morro, e morro inocente.
Fonte: Otelo — Cena II (parte 1)

Morro, e morro inocente.
Ler maisA calúnia, cujo murmúrio pode atravessar o diâmetro do mundo transportando seu tiro envenenado – reta como um canhão que visa o alvo.
Ler maisA culpa é cheia de medo escondido que se trai, com medo de ser traído.
Ler maisA donzela mais casta não é bastante casta Se desnuda sua beleza à luz da lua.
Ler mais“Não ouses acreditar em Deus, não ouses ter propriedade, não ouses ter personalidade, fraternité ou la mort, dois milhões de cabeças!”
Ler mais“Nunca hei de esquecer!”—gritou e caiu no lugar. Eu... eu servi honestamente, Kólia; eu servi decentemente, mas a vergonha—“a vergonha me persegue!”.
Ler mais“Oh, minha mocidade, oh meu frescor!” Como bradou... quem bradou isso, Kólia?