A arte de traduzir deve ser uma arte de colaboração: contribuições de acentos e acertos viriam de todos os rumos e se uniriam para formar um único coro, um edifício único no qual os nomes dos colaboradores ficariam modesta ou orgulhosamente ocultos
A dualidade é e sempre foi completamente inexistente: na realidade, não há nenhum eu — seja temporal e limitado ou eternamente presente e ilimitado — que conheça, nem tampouco nenhum objeto, ser ou mundo limitado que seja conhecido.