A astrologia fornece uma prova esplêndida da desprezível subjetividade dos homens. Ela relaciona o curso dos corpos celestes ao miserável ego; estabelece uma conexão entre os cometas no céu e as disputas e patifarias na terra.
A gravidade, a força e o movimento acidental, junto com a percussão, são as quatro potências acidentais pelas quais todas as obras visíveis dos mortais têm seu ser e seu fim.
A Terra é uma estrela. Graças à esfera aquosa que a envolve em grande parte, resplandece no universo como um simulacro do Sol e à maneira de todas as demais estrelas de cujo conjunto faz parte.
A Terra não está no centro da órbita do Sol nem no centro do mundo, mas sim no meio de seus elementos, a ela unidos e que a acompanham; e que, para um observador colocado na Lua quando ela e o Sol estão abaixo de nós, esta nossa Terra com seu elemento aquoso pareceria cumprir o papel que a Lua cumpre para nós.