
Liévin percebia que não bastava sentar-se reto para não balançar — era preciso ainda refletir, não esquecer nem por um minuto para onde navegar, não esquecer que sob os pés havia água, que era preciso remar e que as mãos, sem o hábito, doíam, que só olhar era fácil enquanto que fazê-lo, embora muito prazeroso, era também muito difícil.