
Liévin não conseguia admitir que, naquela hora, conhecia a verdade e que depois estava errado porque, assim que começava a refletir com serenidade a respeito da questão, tudo se desfazia em mil pedaços; e também não conseguia admitir que, então, estava errado, porque tinha apreço por aquele estado de espírito momentâneo e, se julgasse que tudo era apenas fruto de uma fraqueza, profanaria aqueles momentos.