
Kitty sentia pena dele. Não ocorria aos outros, ela sabia, terem pena de Liévin; ao contrário, quando Kitty o observava em sociedade, como às vezes se olha para o homem amado, no esforço de vê-lo como se fosse um estranho, a fim de avaliar a impressão que ele causa nos demais, ela via, até assustada com o próprio ciúme, que Liévin não só nada tinha que inspirasse pena como parecia até muito atraente, com o seu ar digno, com a sua cortesia tímida e um tanto antiquada com as mulheres, com o seu porte robusto e, sobretudo, assim parecia a Kitty, com o seu rosto expressivo.