— Pois fique com ela, aquele urubu de novena! Minha paixão é mesmo Silviana! Eu ainda me desgraço por causa dessa garça, dessa veada de olhos verdes, dessa eguinha branca das crinas castanhas!
A expressão do olhar daquela criança de oito anos era habitualmente tão triste e, às vezes, tão trágica que parecia, por certos momentos, estar prestes a se tornar uma idiota ou um demônio.
A história é sempre a mesma. Aquelas pobres criaturas de Deus, carecendo de apoio, de guia e abrigo, ficaram ao léu, quem sabe até indo cada uma para o seu lado, mergulhando na fria bruma que absorve tantos destinos solitários.