Ler maisO povo sempre os recebe com o respeito que nós tínhamos, aqui, pelo Príncipe Ubá II, d’Africa.
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Coleção completa de frases, pensamentos, citações e reflexões de grandes autores e pensadores.
Ler maisO povo, como os astecas ao tempo de Cortez, se convenceu de que eles também eram mortais.
Ler maisO Presidente, em proclamação, recomendou parcimônia ao povo, conselho absolutamente desnecessário.
Ler maisO preto considerava um instante, como se estivesse recebendo as últimas comunicações do que não se vê nem se percebe, e dizia com a sua majestade de africano: — Vô vê, nhânhã... Tô crotando mandinga...
Ler maisO punguista competente me asseverava que os homens se dividem em duas classes, malandros e otários, que o otário foi naturalmente feito para sustentar o malandro e não pode deixar de ser afanado.
Ler maisO que é comum é conservar-se um pobre diabo num lamentável estado de inércia, a sofrer tormentos com resignação, coragem, se quiserem, mas coragem negativa, que muitas vezes não é mais que inaptidão para evitar o perigo.
Ler maisO que é hipótese na Europa é certeza aquém da linha equinocial.
Ler maisO que ela não pode é dedicar-se a um trabalho continuado: consome-se em trabalhos incompletos. É por isso a inquietação em que vive.
Ler maisO que ele faz depois de logrado é meter-se em casa, arrancar os cabelos, evitar os espelhos e passar uns dias de cama, procedimento que todos nós adotamos quando, em consequência de um disparate volumoso, nos sentimos inferiores ao resto da humanidade.
Ler maisO que ele sentia diante daquilo tudo, daquelas maneiras, daqueles ademanes, daquelas conversas que não entendia, era a sua ignorância, a sua grosseria nativa, a sua falta de educação e de gosto.
Ler maisO que ele via no fato de haver um preto famoso tocar violão, era que tal coisa ia diminuir ainda mais o prestígio do instrumento.
Ler maisO que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando-se, traindo-se.
Ler maisO que eu queria era convencer-me de que não tinha razão.
Ler maisO que eu sentia era nojo. Nojo das pedras, dos tijolos, dos garranchos, certamente impregnados de óleo.
Ler maisO que há é que morremos trabalhando para enriquecer os outros.
Ler maisO que há no palco do Regina é uma gente miserável que não quer morrer.
Ler maisO que liga os anéis da cadeia não é o trabalho, como o título do livro poderia fazer-nos supor: é a miséria, a miséria completa, nojenta, esmolambada, sem nenhuma espécie de amparo.
Ler maisO que mais me aborrecia era não saber se as pessoas que falavam dele acreditavam na história suja.
Ler maisO que mais metia medo era o famoso canhão de dinamite, do Niterói, uma espalhafatosa invenção americana, instrumento terrível, capaz de causar terremotos e de abalar os fundamentos das montanhas graníticas do Rio.
Ler maisO que mais nos desagrada é a hipocrisia dos invasores. Não têm a franqueza de mostrar-se, de afirmar que vão pilhar, incendiar, devastar, escravizar.