— Pois fique com ela, aquele urubu de novena! Minha paixão é mesmo Silviana! Eu ainda me desgraço por causa dessa garça, dessa veada de olhos verdes, dessa eguinha branca das crinas castanhas!
A mão é para ele um aparato que golpeia e abençoa ao mesmo tempo, que recebe e dá, que alimenta, presta juramento, mede as coisas, lê para o cego, fala para o mudo, estende-se ao amigo e se ergue contra o inimigo, e é, ao mesmo tempo, martelo, tenaz e alfabeto...