A alegria do homem consiste em fazer o que é próprio de homem. Próprio de homem é querer bem ao seu semelhante, desprezar as comoções dos sentidos, distinguir as idéias fidedignas, contemplar a natureza do universo e os acontecimentos conformes com ela.
“Deus te abençoe, meu querido menino, porque foste respeitoso com um velhote infame—sim! Por um velhote infame, teu pai... é, tu também irás ter um menino assim como tu... le roi de Rome...”