Frase de Fiódor Dostoiévski

Eu queria ser um homem de ação, eu tinha o direito... Oh, como eu queria muito! Agora eu não quero nada, não quero querer nada, eu me dei a palavra de já não querer nada; que procurem, que procurem a verdade sem mim!

Fonte: O Idiota (Fiódor Dostoiévski) — X (parte 2)