Deixa-te disso criança Deixa-te de orgulho que o orgulho cega Não vês que esta vida é um oceano Por onde o acaso navega. ... Esta poesia não é de Gonçalves Dias, é de Castro Alves.
“Preciso primeiro pronunciar uma sentença de morte contra tudo o que pode apropriadamente chamar-se uma coisa desta vida, até para considerar-me a mim, a minha esposa, a meus filhos, a minha saúde, aos meus divertimentos, e a todos, mortos para mim, e eu mesmo morto para eles.”