A arte de traduzir deve ser uma arte de colaboração: contribuições de acentos e acertos viriam de todos os rumos e se uniriam para formar um único coro, um edifício único no qual os nomes dos colaboradores ficariam modesta ou orgulhosamente ocultos
«E, no entanto, morrerei. Precisamente entoo meu canto final. O canto de um é mais longo; o de outro, mais curto; mas a diferença pode sempre ser expressa com poucas palavras.»