A alegria do homem consiste em fazer o que é próprio de homem. Próprio de homem é querer bem ao seu semelhante, desprezar as comoções dos sentidos, distinguir as idéias fidedignas, contemplar a natureza do universo e os acontecimentos conformes com ela.
A mim pessoalmente, ao meu coração, foi revelado um saber incontestável, inconcebível mediante a razão, e continuo querendo, obstinadamente, exprimir tal saber por meio da razão e das palavras.