O que se trata, aqui, é de uma vida humana, já esse falbalá, minha filha, é um pedaço de pano; o falbalá, minha filha, não passa de um pedacinho de pano.
A felicidade passiva, frouxa e insípida, logo se torna enjoativa e intolerável. É mister misturar-lhe um pouco de austeridade e negatividade invernosa, alguma aspereza, perigo, adstringência e esforço, alguns 'não! não!', a fim de produzir o sentido de uma existência com caráter, estrutura e poder.
A grosseria dos processos, a 'embromação' mútua, a hipocrisia e a bajulação, a dependência canina, é o que pede a nossa época para dar felicidade ao jeito burguês.