Em cada um de nós as emoções mais profundas são constantemente causadas por algo absurdamente trivial, ou por nada absolutamente. Pelo contrário, as grandes coisas em nossas vidas — as verdadeiras ocasiões de ira, angústia, arrebatamento, o que seja — muito frequentemente nos deixam bastante tranquilos. Nunca podemos depender de nenhum ajuste correto da emoção às circunstâncias.
A ansiedade de ser admirado é uma paixão sem amor, sempre mais forte em relação àqueles por quem somos menos conhecidos e considerados, barulhentos nas corridas, alegres no salão de baile, mudos e carrancudos à lareira familiar.
A dignidade pela qual se deve lutar não vale a pena ser discutida, pois é essencial para a dignidade real ser autossuficiente, e a dignidade de nenhum homem pode ser afirmada sem ser afetada.