e já noturnos, rotos, desossados, nosso abraço doía para além da matéria esparsa em números.Carlos Drummond de Andrade Fonte: Fazendeiro do Ar — escadaCompartilhar: Temas: Amor e Relacionamentos Medicina e Saúde Vida e Sabedoria
A água do rio vai no mar, vapora para as nuvens... E para onde ia o ferver do mau-amor da gente?Ler mais
A beleza dela pudesse ficar para ele só, por nada e suspendida, que mesmo assim o vencia pelos olhos.Ler mais
A estrada do amor, a gente já está mesmo nela, desde que não pergunte por direção nem destino.Ler mais