“Foi embora! Acabou!”, disse Anna consigo, parada junto à janela; e, em resposta a esse pensamento, a sensação de trevas que a assaltara no instante em que a vela se apagou e a sensação deixada pelo seu sonho aterrador fundiram-se em uma só e encheram seu coração de um terror frio.
A convicção de que o mundo, e portanto também o homem, é algo que realmente não deveria existir, está calculada para nos encher de indulgência para com os outros; pois o que podemos esperar de seres em tal apuro?