Aqueles que são aficionados a consertar as coisas não têm grande objeção em vê-las mal. Frequentemente há uma boa quantidade de rancor no fundo da benevolência.
O mundo em si mesmo é um volume maior do que todas as bibliotecas nele. O aprendizado é um depósito sagrado da experiência das eras; mas não colocou toda a experiência futura na prateleira, nem excluiu o rebanho comum da humanidade do uso de suas mãos, línguas, olhos, ouvidos ou entendimentos.
O corpo envia sinais. Alguns deles são sutis durante anos. A tarefa não é se culpar por não tê-los percebido antes. A tarefa é aprender, agora, o idioma em que eles falam.
O sofrimento vago, aquela névoa de culpa e incerteza que ocupa o pensamento sem forma definida, ganha contornos. E contornos, por mais desconfortáveis que sejam, são melhores do que névoa. Porque contornos se trabalham. Névoa paralisa.