A ira nunca é repentina. Nasce de uma longa irritação prévia que ulcerou o espírito e acumulou uma força que resulta numa explosão. Disso se deduz que um súbito acesso de ira não é de forma alguma um sinal de uma natureza franca e direta.
A religião consiste em acreditar que tudo o que acontece é extraordinariamente importante. Nunca poderá desaparecer do mundo, precisamente por essa razão.
A felicidade é simplesmente o conhecimento do nosso próprio Ser — a condição natural, inata e sem esforço do nosso Eu quando deixa de ser arrastado a um passado imaginário ou projetado em um futuro imaginário mediante a resistência e a busca.