
Desde o momento em que, ao ver morrer seu irmão adorado, Liévin, pela primeira vez, encarou a questão da vida e da morte à luz daquelas convicções novas, como as chamava, que haviam, de forma imperceptível, substituído as suas crenças da infância e da juventude, no período entre os vinte e os trinta e quatro anos de idade, ele se horrorizava, não tanto com a morte, mas sim com uma existência destituída da mais ínfima noção de para quê, por quê, de onde vinha e o que era a vida.