— Pois fique com ela, aquele urubu de novena! Minha paixão é mesmo Silviana! Eu ainda me desgraço por causa dessa garça, dessa veada de olhos verdes, dessa eguinha branca das crinas castanhas!
A dualidade é e sempre foi completamente inexistente: na realidade, não há nenhum eu — seja temporal e limitado ou eternamente presente e ilimitado — que conheça, nem tampouco nenhum objeto, ser ou mundo limitado que seja conhecido.