Da mesma forma que uma pessoa pode sonhar que cresce, vai à escola, faz amigos, recebe uma educação, se apaixona, se casa, encontra um emprego, tem filhos, desfruta dos prazeres e amarguras da vida em família, tem netos, adoece, envelhece, se encontra rodeada por seus familiares em seu leito de morte e, ao morrer, desperta para perceber que o tempo todo esteve dormindo tranquilamente na cama, assim o nosso Eu — pura Consciência — experimenta a vida do aparente eu separado eternamente em repouso em seu próprio Ser, sem jamais ir a lugar algum, sem jamais fazer nada.