A cultura não salva nada nem ninguém, ela não justifica. Mas é um produto do homem: ele se projeta, se reconhece nela; só este espelho crítico lhe oferece a própria imagem.
"Devemos fazer como os outros" é uma máxima perigosa, que quase sempre significa "devemos fazer o mal" se aplicada a qualquer coisa que não seja externa e sem consequências.