Os homens práticos, que se creem bastante isentos de toda influência intelectual, costumam ser os escravos de algum economista falecido. Os loucos com autoridade, que escutam vozes no ar, destilam seu frenesi de algum rabisco acadêmico de alguns anos atrás.
Um banqueiro 'saudável', infelizmente, não é aquele que vê o perigo e o evita, mas aquele que, quando se arruína, se arruína de maneira convencional e ortodoxa junto com seus companheiros, de modo que ninguém pode realmente culpá-lo.