Agora sou mais inseguro do que jamais fui. Só sinto a violência da vida. E estou em um vazio sem sentido. Realmente sou como uma ovelha perdida na noite que vaga pela montanha, ou como uma ovelha que segue essa ovelha.
Como os cães cavam desesperados no chão, assim cavavam em seus corpos; lambiam o rosto um do outro desamparados, decepcionados, para ainda recolher alguma felicidade.
Havia algo de desconsideração em sua absoluta falta de ajuda, pois eu avançava com muito esforço, de quatro, e frequentemente escorregava para baixo, como se a parede tivesse se tornado mais íngreme.