A felicidade é um contínuo progresso do desejo, de um objeto para outro, não sendo a obtenção do primeiro outra coisa senão o caminho para conseguir o segundo.
“Preciso primeiro pronunciar uma sentença de morte contra tudo o que pode apropriadamente chamar-se uma coisa desta vida, até para considerar-me a mim, a minha esposa, a meus filhos, a minha saúde, aos meus divertimentos, e a todos, mortos para mim, e eu mesmo morto para eles.”