— Pois fique com ela, aquele urubu de novena! Minha paixão é mesmo Silviana! Eu ainda me desgraço por causa dessa garça, dessa veada de olhos verdes, dessa eguinha branca das crinas castanhas!
A Esfinge, vendo decifrado seu logogrifo, teve uma raiva tão da gota-serena que estourou o alferes-queiroz lá dela, teve um infausto-do-leocádio e morreu!
Considero-me um realista, mas sou realista não à maneira naturalista — que falseia a vida —, mas à maneira de nossa maravilhosa literatura popular, que transfigura a vida com a imaginação para ser fiel à vida.