Dá-se por certo que, em cada publicação, há pelo menos uma aparente violação do pudor; uma presunção, por parte do escritor, de que é capaz de entreter ou instruir o mundo; o que implica uma suposição de que pode comunicar aquilo que os outros não conseguem extrair de suas próprias reflexões.
É bastante feliz que os mesmos vícios que prejudicam a fortuna de alguém frequentemente arruínam nossa constituição, de modo que um não pode sobreviver ao outro.