Irany Novah Moraes

Diplomado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Doutorado com Tese na Cátedra de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.  Livre Docente de Clínica Cirúrgica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Bolsista do Governo Francês, na Universidade de Strasbourg, da Capes, na Northwestern University  em Chicago nos Estados Unidos e da Fundação Alexander Von Humboldt, na Alemanha. Prêmio Jaboti 1993 - de melhor livro de Ciências Naturais e Medicina. Medalha Cultural Oscar Freire conferida pela Sociedade de Medicina Legal e Criminologia de São Paulo e pela Sociedade Paulista de História da Medicina. Medalha de Mérito Angiológico René Fontaine no grau de Mestre, conferida pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Medalha de Honra ao Mérito do Governo do Estado do Pará. Membro da Academia de Educação (cadeira n º 12 – patrono: Júlio de Mesquita Filho. Presidente da Academia de Medicina de São Paulo (1983-1985). Presidente da Federação Brasileira de Academias de Medicina (1994-1996). Professor Titular de Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro. Professor Associado de Cirurgia Vascular da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Chefe do Laboratório de Investigação Médica em Cirurgia Vascular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Médico Legista do Estado de São Paulo. Publicou artigos científicos em revistas nacionais e estrangeiras, e de divulgação científica no jornal O Estado de S.Paulo. Editor das Revistas Carisma – formação do médico e Diretor Responsável da Revista Cultura & Saúde e publicação virtual: www.culturaesaude.med.br  .

*

  1. Quantos livros editou e de qual gosta mais?

Cada livro é como um filho, o Autor como “pai” gosta igualmente de todos, o   leitor é que tem suas preferências.

a)  LIVROS PUBLICADOSTítulos 29 e Edições 35

  1. ANATOMIA FUNCIONAL DA VALVA MITRAL; 73 p. (Tese de Doutoramento)  Universidade de São Paulo – edição reduzida – 1956.
  2. LESÕES TRAUMÁTICAS DAS ARTÉRIAS; 81 p. (Tese de Livre Docência) Universidade de São Paulo – edição reduzida – 1965.
  3. GUIA PARA O RESIDENTE DE CIRURGIA; Co-autor Alípio Corrêa Netto, e colaboradores,  Johnson & Johnson, 1966, 160 p.
  4. METODIZAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA; Co-autor Alípio Corrêa Netto e colaboradores, Edigraf e EDUSP, 1970, 248 p.
  5. PROPEDÊUTICA VASCULAR ; São Paulo, Ed. Sarvier, 1974, 238 p.

      2ª ed. ampliada, Sarvier, 1988, 239 p.

  1. PROGRESSOS NA CIRURGIA; Mello, J.B.; Moraes, I.N. & Nahas, P. e colaboradores,  Farmion, Hospital Jaraguá, São Paulo, 1979, 388 p.
  2. CAPÍTULOS DE CIRURGIA; Mello, J.B.; Moraes, I.N. & Nahas, P. e colaboradores -  Abbot, Hospital Jaraguá, São Paulo, 1980, 427 p.
  3. REDAÇÃO DE MEMORIAL; Pré-apresentação do livro em quatro partes como números da revista Odontólogo Moderno, Rio de Janeiro:

1ª parte: Conceito de Memorial e de Currículo – vol. VI nº 10 – out/1979; 
2ª parte: Técnica de Redigir – vol. VI nº 11 – nov/1979; 
3ª parte: Apresentação em vários volumes – vol. VI nº 12 – dez/1979;
4ª parte: Argüição do Memorial – vol. VII nº 1 – jan/1980.

  1. ELABORAÇÃO DA PESQUISA CIENTÍFICA; Rio de Janeiro, Ed. Publicações Médicas, 1978, 137 p.

        2ª edição atualizada, São Paulo, Ed. Álamo, 1985, 240 p.
                               3ª edição ampliada, São Paulo, Atheneu Editora, 1990, 243 p.

  1. HIGIENE DO ATLETA; São Paulo, Cepeusp, 1982, 25 p.
  2. ATIVIDADE FÍSICA E CIRCULAÇÃO PERIFÉRICA; São Paulo, Cepeusp, 1985, 28 p.
  3. PERFIL DA UNIVERSIDADE; São Paulo, Pioneira – Edusp, 1986, 131 p.
  4. PROBLEMÁTICA DA  SAÚDE; São Paulo, Ed. Santos, 1987, 151 p.
  5. ENCICLOPÉDIA DE CIRURGIA VASCULAR; São Paulo, Ed. Santos, 1987, 433 p.
  6. O ESPECIALISTA E O CLÍNICO GERAL; São Paulo, Ed. Roca, 1997, 170 p.
  7. ERRO MÉDICO; São Paulo, Santos-Maltese, 1990,136 p.;

                            2ª ed. ampliada, São Paulo, Santos-Maltese, 1991, 192 p.

  1. ERRO MÉDICO E A LEI; São Paulo, Ed. Revista dos Tribunais, 1995, 444 p.

         2ª ed. ampliada, São Paulo, Editora Lejus, 1998, 608 p.

  1. ERRO MÉDICO E A JUSTIÇA; São Paulo, Ed. Revista dos Tribunais, 2003, 732 p.
  2. RESIDENTE DE CIRURGIA; Co-autores Mello, J.B.; Nahas, P. e outros, São Paulo, Roca, 1991, participação de 194 colaboradores, 3.000 p.- Prêmio Jaboti – 1993 - Melhor livro de Ciências Naturais e Medicina.
  3. ESTRATÉGIA DO DIAGNÓSTICO VASCULAR; São Paulo, Atheneu, 1991, 396 p.
  4. ATLAS DA ATEROSCLEROSE; São Paulo – Brasil, LIM-63 do Hospital das Clínicas e Câmara Brasileira de Difusão Cultural, 1991, 75 p.
  5. ATLAS DA ATEROSCLEROSE; (edição ampliada) Lisboa-Portugal, Universitária Editora, 1997, 124 p.
  6. O MAL DA SAÚDE NO BRASIL; Moraes, I.N. e outros, São Paulo, Ed. Maitiry 1995, 176 p.
  7. FORMAÇÃO DO MÉDICO; São Paulo, Ed. Roca, 1997, 55 p.
  8. SEXOLOGIA; São Paulo, Editora Lejus, 1998, 319 p.
  9. LONGEVIDADE; São Paulo, Ed. Roca, 2004, 160 p.
  10. CONFORTO DA AUTOMEDICAÇÃO; São Paulo, Ed. Roca, 2004, 142 p.
  11. TRATADO DE CLÍNICA CIRÚRGICA; São Paulo, Ed. Roca, 2005, 2 vol., 2.324 p. – Participação de 335 Colaboradores.
  12. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA; Co-Autor Alexandre C. Moraes Amato, Ed. Roca, (no Prelo).

b)  RECEITA DE SAÚDE - série na TV-2 Cultura 
     Elaborou e dirigiu, em 1984, o programa RECEITA DE SAÚDE com quarenta e um temas de uma hora cada que a TV-2 Cultura levou ao ar três vezes por semana em três horários e que repetiu durante três anos. A TV-Educativa do MEC reproduziu esse programa em cadeia nacional durante vários anos seguidos. Cópia completa dessa série em vídeo encontra-se na VIDEOTÉCA da Associação Paulista de Medicina a disposição dos interessados. Os sindicatos requisitam freqüentemente!

  1. Publiquei ainda:

 

1. Capítulos em livros: 185
2. Artigos em Carisma: 98
3. Artigos em Cultura & Saúde: 48
4. Suplemento Cultural APM: 30
5. Artigos em revistas médicas (nacionais e estrangeiras): 121
6. Artigos em Jornais (O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde, Folha de São       Paulo, Jornal da USP e outros):  210

  1. REVISTA VIRTUAL:

Revista Cultura & Saúde: www.culturaesaude.med.br

e) FILMES

  1. AORTIC BLOOD FLOW – filme colorido de 8 mm, 7 minutos, feito no Department of Surgery of the Northwestern University – Chicago, Illinois, USA, 1966, em colab. com Édison Dias Teixeira e John J. Bergan.

2. TRANSPLANTE RENAL – filme colorido, sonoro, 16 mm, 22 minutos, patrocinado pela Sandoz. Direção científica de Irany Novah Moraes e direção cinematográfica de B.J.Duarte, 1968. Edição em VT – 1988. Apresentado no 4thInternational Congress of Nephrology, em Stockholm, Suécia, 1969.
3. VIA LÁCTEA (aleitamento materno) – filme super 8, colorido, sonoro, 1980. Cópia VT-NTSC, 1988.
4. MÃOS – filme GM – duração 5 minutos – Áudio: Português. Cópia VHS-NTSC, 1987 Helicon.
5. HIPERTENSÃO RENOVASCULAR POR NEFROPTOSE (tratamento cirúrgico) – filme colorido, sonoro, 32 minutos, patrocinado pela Sandoz do Brasil, 1974. Cópia VT VHS-NTSC, 20 minutos, 1988. Apresentado no IX Congresso Internacional de Angiologia, em Florença, Itália, em 1974.
6. VASCULOPATIA FUNCIONAL – filme VHS-NTSC, colorido, duração 8 minutos, Helicon 1990.
   

  1. Atividade docente, formação de profissionais e atividade assistencial da medicina qual o senhor identifica-se mais?
    1. Passei toda minha vida de cirurgião vascular preocupado em difundir conhecimentos científicos para a classe médica e conhecimentos médicos para a população leiga.
    1. TRANSPLANTE DE RIM – o primeiro em hospital particular no Brasil – 1968.

Organizei em 1968 com o Nefrologista Roland Véras Saldanha um Grupo de Transplante no Hospital da Beneficência Portuguesa de São Paulo com a anuência do Comendador Abílio Brenha Fontoura, na época, presidente da Diretoria Administrativa. O grupo era constituído de três equipes a saber:
 Equipe de Cirurgia: Irany Novah Moraes, J. J. Gama Rodrigues, Masayuki Okumura, Oswaldo Ubriaco Lopes, Pedro Nahas, Bonno Van Bellen, João Gabriel W. Zorn, e Jabel Camargo Simões.
Equipe Clínica: Roland Véras Saldanha, Thomás Ribeiro de Almeida, Anita Leme da Rocha, Rildo Véras, Maria Margarida Galvão e Francisco Antonacio (tipagem de tecido).
Equipe Urológica: Samir Seraphim, Francisco Barbosa de Barros e Guilherme Cleber Marconi.
Foram feitos 12 transplantes, o tempo de sobrevida, para a época, foi muito bom, pois, a maior parte variou de 2 a 6 anos. 
Obtínhamos soro anti-linfocitário graças a linfa que mandávamos para o Dr. Eijsvoogel na Holanda. A coleta de linfa resultou em tal experiência que motivou o Dr. Bonno Van Bellen a elaborar sua tese de Doutoramento na Faculdade de Medicina da USP. O programa foi interrompido pelo fato do INPS achar que o doador não sendo doente não poderia ser internado (nítido caso de miopia social).

    1. BOLSISTAS DO EXTERIOR

Os seguintes médicos e estudantes de medicina, fizeram sob minha      responsabilidade, estágios no Hospital  Jaraguá:   1- HENRIQUE VERA-CRUZ – República de Cabo Verde – dez/83 a mar/86; 2- PAUL DÖPFNER – Alemanha Federal – 1/out/84 a 21/jan/85; 22/jan/85 a 19/maio/85; 3- INÊS KLAUDIUS – Alemanha Federal – 22/jul/85 a 21/set/85; 4- WALTER SIEGBERT – Alemanha Federal – 22/jul/85 a 21/set/85; 5- WERNER SECBAUER – Alemanha Federal – 10/jul/86 a 03/out/86; 6- PETRA PLATEN – Alemanha Federal - 12/ago/85 a 20/set/85; 7- AGNES M. SCHAPER – Alemanha Federal - 1/out/85 a 30/set/86; 
8- KERSTIN WERNER – Alemanha Federal - mar/87 a mar/88;  9- PAUL DÖPFNER – Alemanha Federal - 03/dez/85 a 20/mai/86;   10- MANUELA GERLACH – Alemanha Federal – 3/dez/85 a 2/fev/86; 11- KIRSTEN OWEN – Alemanha Federal – 1/set/87 a 30/out/87; 12- WEENER SEIBANER – Alemanha Federal – 1/set/87 a 30/out/87;
13- KRISTINA KATHGE – Alemanha Federal – 1/jan/88 a 1/mar/88; 14- DORIS VENNEMAN – Alemanha Federal – 1/nov/87 a 31/dez/87; 15- GLASMEYER PETER – Alemanha Federal - 1/nov/87 a 31/dez/87; 16- ANNETT FRIEDRICH – Alemanha Federal – mai/88 a dez/88.

d) Missão em Brasília 
         
    Convidado pela Universidade de Brasília fiz, em 1966 e 1967, o Planejamento Operacional da Unidade Integrada de Saúde de Sobradinho para seu aproveitamento na UnB como Hospital Escola. 
    Preliminarmente constituí uma equipe, com os seguintes participantes:
    Nicolino Barbério †, J.J.Gama Rodrigues,  Angelita Habr-Gama, Danilo Acquaroni †, Fernando Leitão, Antônio Lopes, Jorge Miguel Psillakis, Marcelo de Almeida Toledo†, Josué A.Oliveira, Sérgio Novah Moraes †, Milton Cardoso Siqueira, Altamiro Ribeiro Dias, Cecília Paula Leite Galvão, L.C. M. França e José Sylvio Cimino †.
    Mensalmente, eu e um ou dois dos integrantes da equipe, passávamos uma semana em Brasília e ao final do trabalho, a equipe se reuniu no Distrito Federal para elaboração do relatório final. O Dr. Psillakis passou mais tempo comigo lá e desempenhou um papel relevante de secretário executivo do grupo.
    O trabalho final, entregue ao Reitor da UnB - Prof. Laerte Ramos de Carvalho, com 249 páginas e com o seguinte teor:SUMÁRIO: ▪INTRODUÇÃO;
▪ HOSPITAL-ESCOLA: SUA IDEOLOGIA (Evolução do tratamento médico. . .);
▪ LEGISLAÇÃO (Convênio. . .); ▪ ADMINISTRAÇÃO MAIOR  (Edificações e Instalações. . .); ▪ ADMINISTRAÇÃO MENOR (Protocolo, Contabilidade. . .);
▪ CORPO CLÍNICO (Regulamento); ▪ ASSISTÊNCIA MÉDICA (Ambulatório, Relações Interdepartamentais. . .); ▪ ASSISTÊNCIA MÉDICA AUXILIAR (Anestesia, Banco de Sangue. . .);▪ ASSISTÊNCIA TÉCNICA AUXILIAR (Farmácia, Serviço Social. . .); ▪ EDUCAÇÃO MÉDICA (Internato e Residência); ▪ EDUCAÇÃO TÉCNICA COMPLEMENTAR (Cursos, Voluntárias).

 

  1. Irany / Salvador / Alexandre – três gerações na história da cirurgia vascular. Qual a diferença entre estas três épocas?

Salvador e Alexandre seguem, com idéias próprias, a mesma trilha que eu iniciei – estudam muito e têm uma ética ilibada, deles eu muito me orgulho!

A diferença de épocas é marcante, há grande imbricamento entre elas.
1950 Época da Simpatectomia, Carbogenioterapia, Exercícios de Bürger, Amputações, Ligadura de aneurisma, Safenectomia, Bota de Unna.
1960 Década do enxerto homógeno de artéria de cadáver e tubo sintético de Dacron e Teflon.
1970 A radiologia inicia sua incursão na cirurgia vascular.
1980 Ultrassom se impõe e Ressonância Nuclear Magnética (RNM) aparece.
1990 RNM avança e se impõe com muito melhor resolução.
2000 Cirurgia endovascular inicia e já está se impondo.

  1. Qual grande legado deixado pelo senhor a todas as gerações que formou?

Não sei se é grande, mas ensinei uma geração a elaborar Dissertação de Mestrado, Tese de Doutoramento e até, de Livre Docência. Mantive um curso de METODOLOGIA CIENTÍFICA durante 14 anos na Pós-Graduação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.  Os alunos de todas as Disciplinas de Pós-Graduação eram encaminhados pelos seus Orientadores a fazer essa Disciplina. Recebi alunos de toda a USP e de fora dela. Houve anos em que o número de candidatos foi tão grande que tornou-se necessário desdobrar a turma. Em curso concentrado, de uma semana, em tempo integral, foi ministrada na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte, 2 anos seguidos.  Foi reproduzida, 2 anos, na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnologia da USP.  Acredito que ao todo, 400 jovens fizeram essa Disciplina.

  1. Qual esperança e perspectiva da cirurgia vascular e angiologia na sua visão?

O futuro da especialidade é promissor. Entretanto será muito diferente do que é atualmente. Para um ensaio de futurologia tem-se que depositar esperança na: tecnologia, farmacologia, genética, nanotecnologia e computador.

    1. Tecnologia: desenvolverá linhas de pesquisa que levará ao entendimento, cada vez maior, dos mecanismos fisiológicos e patológicos, bem como, no aprimoramento dos aparelhos com resolução, ainda melhor, e de novos instrumentos que analisem o tecido sob outros diferentes aspectos.

      Grande esperança pode ser depositada nas incubadoras de empresas com bases tecnológicas cujo objetivo claro é pesquisar para resolver problemas da comunidade.

    1. Farmacologia: desenvolverá muitos medicamentos novos para resolver problemas antigos.
    2. Nanotecnologia: em uma década teremos nanopartículas com núcleo enzimático que “procurará” o trombo e uma vez nele instalado o dissolverá. A criação de neurônios artificiais já é uma realidade nos laboratórios de microeletrônica da Escola Politécnica da USP.
    3. Genética: o grande desenvolvimento dos estudos do genoma, das células troncos a partir da cultura de células e de tecidos, promete a substituição de tecidos e futuramente até de órgãos. 
    4. Computador: Todo esse progresso esperado vai depender do suporte dado pela informática.  Não se esqueçam do alerta de A.Tofler: o futuro é amanhã, de manhã.

**
                                                    
Alerto os jovens médicos que tomem atenção para três pontos fundamentais que trato a seguir:

  1. A velocidade da informação, o progresso do mundo globalizado gera tal quantidade de conhecimento que torna cada vez menor o tempo de vida médio da verdade científica, assim, há de se aprender a raciocinar com dados em evolução.
  2. Como não se pode ensinar “bom senso” acredito que o crescente número de reclamações, de erro médico, na Justiça, sensibilize o jovem a ter prudência e não cair nas armadilhas que o destino coloca no caminho do exercício profissional. Só fazer o que sabe e não improvisar!
  3. competência e a ética serão a garantia do êxito profissional.

 

Fonte:    www.moraes.med.br

Nota: 
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Início do envelhecimento: Quando o trabalho dá menos prazer e o prazer dá mais trabalho.

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Estamos ficando velhos quando as placas das ruas tem nome de pessoas que nós conhecemos.

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Sua saúde depende de você e também da competência e da devoção de seu médico.

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O médico para conquistar o doutorado leva muito mais tempo do que os demais profissionais. Seria justo adotar a flexibil

O médico para conquistar o doutorado leva muito mais tempo do que os demais profissionais. Seria justo adotar a flexibilização e adaptar o último ano da residência médica em mestrado profissional.

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O doutorado dá ao docente a emancipação universitária; antes ele precisava de orientador; agora ele é orientador.

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