Alguns homens devem ser demasiado espirituais, outros demasiado sensuais. Alguns devem ser demasiado compreensivos, e outros devem ser demasiado orgulhosos. Não temos nenhum desejo de dizer o que os homens devem ser. Queremos apenas dizer que há todo tipo de formas de ser, e que não existe a perfeição humana.
Devemos destacar a graça e o fascínio que existe até mesmo nos processos incidentais da natureza. Quando uma barra de pão, por exemplo, está no forno, aparecem rachaduras nela aqui e ali; e esses defeitos, embora não sejam intencionais no cozimento, têm sua própria razão, e aguçam o apetite.