A realidade mais terrível nos traz, ao mesmo tempo que um sofrimento, a alegria de uma grande descoberta, porque não faz mais do que dar uma forma nova e clara ao que há muito tempo ruminamos sem o suspeitar.
Existe um luto que a linguagem comum não consegue nomear bem. Não é o luto de quem perde alguém que o mundo conheceu. É o luto de quem perde alguém que só ela sabia que existia.